segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Frio, I surrender...

Um pormenor da minha árvore de Natal!


O que torna a época natalícia especial é a forma como nos aquece o coração. Só assim o frio se torna suportável.

Talvez seja também por isso que metade das pessoas que conheço olham para Janeiro como um mês difícil.
O Natal acabou, mas o frio permanece.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Amazing!


Numa altura em que não sei bem como hei-de pegar no meu currículo é estimulante encontrar ideias criativas. Deu-me vontade de puxar pela imaginação e meter mãos à obra.

Ver este tipo de currículos ajuda-me a (no momento, pelo menos) clarificar o que quero fazer e como me quero apresentar. Aliás, nuns minutos até me surgiram algumas boas ideias de como o fazer e corri para ligar o Illustrator.

Não o encontrei instalado. Depois lembrei-me que no estado em que o meu computador está, conseguir ir à Internet já é um luxo, quanto mais trabalhar multimédia. Quando instalei o Lightroom, o meu computador aguentou-o tão bem ou tão mal que desisti de instalar os outros programas da Adobe Suite.

Agora o remédio é apontar as ideias e encontrar computador alheio que aguente com a qualidade delas.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Que raio de país é este?

Alerta: Isto não é uma reflexão acerca da situação actual em Portugal.


Hoje apareceu-me isto no feed de notícias do Facebook.
É uma série de mapas da Europa, preenchidos por norte-americanos, em que se pedia que se identificassem os países que a constituem.

Fiquei surpreendida ao perceber que (afinal!) a maioria das pessoas sabia onde ficava Portugal. E se à nossa vista, os americanos podem parecer ignorantes em relação ao que é a Europa, eu também mo senti quando dei conta que não sabia identificar bastantes países de leste (a Península Balcânica atrofia-me tanto)!

Aproveitei para ir cuscar o Google Maps e hoje já tive a minha dose diária de aprendizagem.
Há alguém por aí que tenha tido facilidade em identificar todos os países?

sábado, 23 de novembro de 2013

Dos dias curtos...


Faz-me tanta confusão serem cinco da tarde e já ter a sala mergulhada na escuridão. Este ano eu não estava definitivamente preparada para a chegada do mau tempo e dos dias curtos.

O que realmente me apetece são dias brilhantes, amenos, seguidos de uma noite de esplanada.
Ainda não quero chás. Nem mantas. Nem sequer o Natal.

Quero luz natural.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Problem Alert!

Isto não estava assim quando me fui embora!

Não é que eu tenha carradas de seguidores (longe disso até ahah!), mas antes do meu log out temporário eu conseguia ver no meu painel de controlo e no widget do blog quais e quantos seguidores tenho.

Agora no menu principal do blog, aparece-me a indicação de que tenho 24 seguidores, mas quando clico lá, não aparece nenhum. E se forem ali abaixo onde diz "Pessoas Sim!", se virem a coisa como eu, não vêm coisa nenhuma.

Já alguém teve este problema? Alguém sabe a solução?

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Onde andaste tu, Carolina?

Para isto ficar bem e bonitinho, eu devia fazer um post a relatar cada coisa que mudou na minha ausência. Ando a roer-me com isso e na minha cabeça só surge um "afinal como é que vais voltar a escrever o que vai na cabeça agora se nem sabes explicar o que mudou no tempo em que aqui não tocaste?".

Por isso o melhor, talvez seja fazer um mini-apontamento:

  • Ainda não arranjei trabalho nenhum na área em que me formei - o que não é de todo uma mudança, exceptuando o facto de que finalmente me apercebi de que ainda não sei bem para onde apontar as minhas energias. Aliás, sei duma coisa: quero ser paga pelo meu trabalho;
  • Apesar disso estive a trabalhar um tempinho numa loja de centro comercial e não posso dizer que a experiência tenha tido um balanço positivo - é lixado quando se passa horas num sítio, se é pontual a muito custo, mas o ordenado não é tão pontual a vir quanto devia ser. Ainda estou a considerar se deva divulgar o nome da loja ou não (até porque de vez em quando lá se ouve falar dela aqui pela blogoesfera);
  • Comecei [FINALMENTE!] a fazer qualquer coisa a sério pela minha saúde e pelo meu corpinho - inscrevi-me no ginásio, descobri que afinal nem odeio assim tanto fazer exercício, que posso controlar qualquer coisinha na minha alimentação sem andar sempre a contar calorias e a riscar alimentos da lista e que (ainda) odeio a balança, prefiro olhar-me ao espelho [a maldita acha que me engana, no primeiro mês ganhei um quilo, mas já se notavam alguns centímetros perdidos]. E já se vê!
  • Consegui investir na máquina fotográfica com que sonhava há tanto tempo, pelo que de quando em vez lá ando eu feliz da vida a treinar o meu lado de criadora de imagens.

E como há coisas que parece que teimam em não mudar... o namorado continua do outro lado do mundo.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Se calhar...

Voltei.

Devagarinho, muito devagarinho, que o tempo passa, a vida muda e os desejos matinais às vezes não passam disso.

Bom dia!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

O último regresso

Hoje, pela última vez, regressei à Covilhã enquanto estudante.
Achei que esta seria uma viagem difícil. Que ia ser assaltada pela nostalgia e pela saudade antecipada. Que ia sentir um aperto no coração.

Não senti nada disso.
Dormi a viagem toda, saí do comboio com vontade de me espreguiçar. E respirei fundo o ar puro daqui.

Adoro o ar puro da serra. E sei que, algum dia, mais cedo ou mais tarde, hei-de regressar e voltar a inspirá-lo com o maior prazer do mundo.
Não vai ser um adeus, mas um até já.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

É (tecnicamente) oficial!

Estou licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior!

Ramo de jornalismo, atelier feito com 16 valores. Vou ali fazer contas à media final de curso (sem a melhoria, que espero subir ainda uma nota em exame).

E só não cravo almoço a ninguém porque os meus pais adiantaram-se e cravaram-me a mim o jantar. Chulos.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Quase, quase!

Soube ontem três das quatro notas que me faltam para concluir, tecnicamente*, a licenciatura.

Um 16, um 13 mal dado e que depois de reclamar virou 14 e um 12 à espera de ser melhorado em exame.

Agora?
Agora falta a mais importante, a que vale por duas, que é atelier de jornalismo.
Apesar de ter quase a certeza que estou passada, tenho aqui o bichinho a remoer por dentro. É que esta além de valer por duas, não dá segundas chances. Ou passo ou passo mais um ano na Covilhã. E eu quero voltar para Lisboa.

*Tecnicamente, porque até ao oficial com diploma na mão já sei que tenho muito que esperar. E pagar a prestação das propinas que ainda vai em atraso.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Quero fugir!



Estou cansada de tanto trabalho.
Esgotei mentalmente e, apesar de ter uma boa quantidade de responsabilidades a que responder nos... espera deixa lá contar...

Sexta - 1;
Sábado - 2;
Domingo -3;
Segunda - 4;
Terça - 5;
Quarta - 6;
Quinta - 7;
Sexta - 8.

Pronto, de volta ao raciocínio.
Apesar de ter uma boa quantidade de responsabilidades a responder nos oito dias de aulas que ainda me faltam antes de (espero!) concluir a licenciatura, já não me consigo importar muito com elas, concentrar-me nelas ou sequer desesperar com elas como é habitual.

Hoje fiz uma frequência sem estudar e não me correu tão mal quanto esperava.
Tinha um trabalho para entregar hoje, mas não fui capaz de o concluir ainda. Se já estava desmotivada, parei por completo quando soube que a secretária do departamento onde enfiaram o meu curso é quem está encarregue de receber os trabalhos e vai fazê-lo até Segunda-Feira.

E a minha concentração? Não sei dela.
Acho que realmente aprendi algo por me ter safado sem estudo. Acho que realmente vou acabar o curso com conteúdo em mim.

Mas tudo o que eu quero agora é correr.
Correr até encontrar mar, até mergulhar, até sair de água, sentir o cabelo a bater nas costas.
E respirar fundo.

A liberdade está no aroma da maresia.

terça-feira, 28 de maio de 2013

"Eu não soube decifrar ou talvez nem quis tentar..."


Estou completamente apaixonada pela Mixtape II dos Orelha Negra.

É um projecto que me chamou a atenção desde o início, mas ultimamente, sempre que vou ouvir música, acabo sempre por dar com ela. Agora, estou a ouvir esta faixa.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Ganhei três bombons!

Alguns dos exemplares da colecção!

Parece que o meu fim de tarde foi bastante interessante.

Como já aqui referi, a minha reportagem final para o atelier de jornalismo é acerca de coleccionismo.

E hoje fomos falar com um senhor que faz colecção de tudo o que tenha a ver com mochos! A maioria da colecção é composta por estatuetas, que lhe preenchem o escritório e parte do corredor.
Alguns são tão giros e originais!
Um de sal gema vindo da Polónia, um que tem peças de encaixe como um puzzle, vindo da Argentina, um jarro para os chapéus de chuva em forma de mocho. Achei mesmo interessante.

O senhor que colecciona estes mochos é padre e desfez por completo a ideia que eu tinha desta classe. Simples, acessível e extremamente sapiente.

E ainda me deu três bombons no fim, um não era para mim, mas o destinatário não o quis em nome da dieta.  Nice!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Mas está tudo parvo?


A sério que me passo por ver montes de gente a aplaudir a atitude do rapazito do video como se ele carregasse toda a razão do mundo naquela frase inconsequente!

Então vamos lá ver... a maioria vê as questões da Raquel Varela como se ela o estivesse a atacar. Não me pareceu, pareceu-me foi que ela quis que o grande empreendedor visse o outro lado da coisa!

É bom uma pessoa ter uma ideia e ser empreendedora, correr atrás dela? Sim, é.
É melhor estar a receber o salário mínimo do que a receber salário nenhum? Sim, é.
Está correcto ver que o nosso sucesso sustenta-se no trabalho de pessoas que recebem o salário mínimo e não fazer nada para o mudar? Não, não está.

Isto porque nem todos podem ser empreendedores com sucesso. Nenhum negócio ou empresa em média ou grande escala funciona sem empregados. E um empregado não é só um capacho para fazer o que não queremos e a quem se pode pagar o mínimo possível estabelecido por lei. Um empregado, é acima de tudo, um prestador de serviços e a empresa precisa tanto dele quando ele precisa da empresa!

O que acontece é que com esta treta toda da crise as pessoas (e principalmente as da minha idade e mais novas que nunca tiveram um trabalho a sério e pago dignamente) meteram na cabeça que ter um emprego mal pago já é uma benção destinada somente aos mais iluminados. É melhor que estar desempregado.
Mas o nosso salário mínimo é um salário de sobrevivência, não é um salário que permita uma vida confortável! Dá para a renda de uma casa medíocre, água, luz, gás, telemóvel, alimentação e, com sorte e boa gestão, para a TV Cabo ou para a Internet.
Vejam lá! O único prazer de que podem desfrutar, se quiserem viver por conta própria é sentar o cu no sofá e ir ver televisão ou brincar para o computador! Isto digo eu que vivo por mês com um valor semelhante e sei bem o que me custa ter de andar a esticar o dinheiro. (Não, nunca me ofereceram grande coisa e eu já respondi a centenas de anúncios de emprego entre os meus 17 anos e os meus 23 menos um mês.)

Não posso pagar por umas lentes novas para os meus óculos cuja graduação já está desajustada há dois anos e que tem uma lente tão riscada que até mete dó. Digo eu que há mais de três anos quero trocar de computador porque o meu já não aguenta os programas que preciso para fazer os meus trabalhos e tenho de me contentar com este, que me foi dado no tempo do E-Escolas. Digo eu que todos os Verões fico ressentida de ver os outros, com mais posses que eu, a viajar e a ir aos festivais a que eu queria ir, quando eu tenho de me obrigar a encontrar qualquer trabalho mal pago para garantir a minha sobrevivência e a da minha família.

É bonito ver pessoas a regredir na vida, como o meu pai, que tinha um emprego onde ganhava quase 1000 euros por mês, viu a empresa a fechar portas e, quatro anos depois, quando finalmente arranjou um trabalho mais ou menos estável, teve de se contentar com pouco mais de 600. E perceber que, com pouco mais de 1000 euros, que a minha mãe ganha pelo mínimo, se têm de sustentar duas filhas que só não são três porque a outra é teimosa e quer pagar pela sua sobrevivência.

Mas está correcto um rapazito ganhar um bom dinheiro e não querer saber que, para isso, umas 100 pessoas recebem somente o suficiente para comerem mais ou menos bem e terem um tecto mais ou menos para dormir e tomar banho durante o mês, somente o suficiente para no mês a seguir estarem vivas e para continuarem a ser exploradas sem se queixarem muito.

O empreendedorismo é bom, sim. Fomenta a economia, sim.
Mas o bom empreendedor tenta fazer com que aqueles que trabalham para ele (e os trabalhadores da fábrica são empregados dele indirectamente) recebam o valor justo pelo seu esforço e não o pagamento mínimo obrigatório para vir mais para o bolso, que é o que acontece na maioria das vezes.

E eu também tenho ideias. Também podia ser empreendedora. Não tenho é como pagar o investimento, nem todos têm.

Por isso, aplaudam o rapaz e assobiem a doutora.
Mas eu já a ouvi sem que um público histérico a interrompesse e percebi que ela não é contra o empreendedorismo. Até o apoia, desde que ele não se sustente na exploração do trabalhador.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Hoje é o dia!



De arrumar o quarto!
É escusado, eu sou preguiçosa e não meto as coisas no sítio quando não preciso mais delas.
E a síndrome da desarrumação piora nas semanas em que eu ando a correr de um lado para o outro.

Vamos lá limpar este caus, que, aviso já, é coisa que odeio fazer.
Quando for grande vou ter dinheiro para pagar a uma empregada.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Estúpida, estúpida, estúpida!

Fui a casa no fim-de-semana.

No regresso, trouxe o computador, esqueci-me do carregador. E até Sexta não há PC para ninguém.

Boa Carolina! A sério, boa!

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Ai o soninho

Esta foi a primeira das semanas complicadas que se vão seguir até ao fim do ano e, espero, até ao fim da licenciatura.

Vou correr muito dum lado para o outro, prolongar o trabalho pela noite dentro, comer porcarias para me vingar. Vou praguejar e suspirar e perguntar-me mil vezes porque raios decidi tirar um curso superior se no fim vou voltar para trás de um balcão de Mc Donald's.

Vou fazer o que sempre fiz nas semanas difíceis em cada semestre, vou repetir nas próximas semanas o que fiz nesta. E, no fim, espero ser bem sucedida e saborear os louros do trabalho árduo como sempre tive o prazer de fazer até agora.

Mas agora está na hora de dormir. Boa noite.
E vou tentar que o blog não entre em coma outra vez.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Ai o Twitter!

A única coisa boa do meu dia foi chegar a casa às onze da noite depois de ter começado a trabalhar às dez da manhã, abrir o Twitter e deparar-me com a trend #LógicaDaPornografia.

Já me ri!

terça-feira, 7 de maio de 2013

Jornalismo, Wikileaks e ética

Estou neste momento a debater-me com a questão da divulgação noticiosa de documentos oficiais e confidenciais de vários países, principalmente dos E.U.A. (como não podia deixar de ser), através da organização Wikileaks.

Isto é para um trabalho de ética que é suposto ser apresentado depois de amanhã, mas que me coloca questões a que ainda não sei responder. Se as informações são de interesse geral de uma população, porque não revelá-las?

Mas a violação do Segredo de Estado implica o quê?
Será que se está a violar um interesse ainda maior da população do país em questão ao colocar em risco a segurança nacional?
Ou será que somente se está a romper o segredo de uma política baseada em interesses privados?
Ou será que o que está em causa é a protecção de um ou mais membros que cometeram erros no seu serviço ao país?

Se o site da Wikileaks não é a fonte primária dos documentos e se esta é, por muitas suspeitas que surjam, anónima, de que forma se podem confirmar as informações contidas nos documentos que vazaram?
Mas, por outro lado, não se defende que a confidencialidade das fontes deve ser respeitada, mesmo quando se está perante instâncias superiores? Pelo menos, segundo o Código Deontológico do Jornalista português?

Tenho tantas dúvidas que, de momento, ainda não consigo defender qualquer tipo de posição. O que é suposto ser feito? Mas afinal, até mesmo as redacções dos jornais tiveram esta dúvida.