quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Confissões #41
Desespero é não saber o que comer amanhã ao pequeno almoço por saber que todas as opções viáveis acabaram hoje. Voltem cereais!
terça-feira, 18 de junho de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Confissões #39
Nas últimas semanas tenho-me esquecido de muita coisa e nos últimos dias piorou.
Há duas semanas esqueci-me da mala no café, na semana passada esqueci-me das chaves de casa na rádio, esta semana fui-me embora de algum lado e deixei algo para trás todos os dias.
O cansaço está a dar cabo de mim e a amigdalite da semana passada não parece ter ajudado. Estou a ficar preocupada.
domingo, 12 de maio de 2013
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Carolina chamada ao confessionário, Dormências ou Confissões #31; #32; #33; #34; #35; #36; #37
- Eu sou uma pessoa que se deita tarde;
- Eu sou uma pessoa que tem de dormir muitas horas;
- Eu sou uma pessoa que tem muitas dificuldades em acordar, sejam oito da manhã ou três da tarde;
- Eu não me consigo deitar cedo quando sei que tenho compromissos cedo no dia a seguir;
- Eu nem sempre consigo cumprir esses compromissos, só garanto quando a importância é extrema;
- Eu quando acordo cedo, chego às sete e meia da tarde* e parece que não durmo há três noites seguidas;
- Eu tenho os sonos tão regulares, que já não sei quando foi a última vez que me vi sem olheiras. **
* Não sei porque convencionaram que as sete são tarde e as oito são noite. Durante metade do ano já mais que anoiteceu às sete e durante a outra metade do ano ainda o céu está claro às oito. Não entendo.
** Desculpo-me com o facto de ter propensão genética para as olheiras. É que só assim eu consigo justificar o facto de as ver em mim com regularidade desde os 12 anos, quando ainda dormia como as pessoas normais. É isso e o meu pai também as ter pespegadas na cara desde que me lembro, ainda piores que as minhas.
E continuo à procura de coleccionadores, qualquer coisa digam, que é importante!
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Confissões #30
Irrita-me profundamente ver no feed montes de posts seguidos do mesmo blog.
Eu sei que não há tempo sempre e que se compensa assim a falta de novidades, mas... e agendar não?
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Confissões #29
A primeira vez que descasquei e cortei uma batata foi na universidade, numa aula prática de biologia vegetal.
Descasquei-a e cortei-a com uma faca e depois laminei-a com um bisturi.
O irónico está no facto de, na altura, já fritar daquelas dali de cima há mais de um ano.
terça-feira, 2 de abril de 2013
Confissões #28
Eu sou o tipo de pessoa que não aceita um não.
Que não abre a mão daquilo que quer e daquilo em que acredita.Sou o tipo de pessoa que, no fim, tem de ter aquilo que quer.
É bom? Não. Pelo menos quando se leva tudo à última instância.
E isso é algo que eu não consigo evitar. Algo que, intrinsecamente, me é impossível.
Bad for me, I guess.
domingo, 10 de março de 2013
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Confissões #26
Eu sou o tipo de pessoa que bebe Coca-Cola à refeição quando no fim tem de tomar anti-inflamatórios. E que adia a hora dos medicamentos, porque só se lembra no fim que os dois não se devem misturar.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Confissões #25
Quando acordas e pensas que são onze da manhã... e depois abres o olhos e percebes que estavas a olhar para o telemóvel que tem a hora argentina!
Afinal eram duas da tarde. Enfim. Boa tarde!
Afinal eram duas da tarde. Enfim. Boa tarde!
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Confissões #24
Não acredito em Deus.
Mas acredito no destino. Não no sentido determinista de as minhas escolhas estarem feitas mesmo antes de as fazer, mas sim de não poder controlar as consequências do que faço.
Ninguém decide com quem se cruza, o que acontece ao virar da esquina, as oportunidades que se tem e as que queria ter, mas nunca hão-de surgir.
Para mim, isso é o destino. Não me controla, mas é a força que controla o que acontece à minha volta e eu não posso controlar.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Confissões #23
Na minha cabeça, tudo fica arrumadinho no seu lugar. Tudo o que penso e tudo o que sei está categorizado.
Na vida real, esqueço-me que tenho gavetas para arrumar as coisas.
E este blog. Parece a minha cabeça. Hoje olhei para ele e vi que enfiei tudo em gavetinhas que podiam ser chamadas de rubricas.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Confissões #22
Mas não é por ver o lado bom e sentimentalista de alguém desprezível, que a minha opinião sobre essa pessoa muda. O amor que se mostra a alguém não apaga as vezes que se passa por cima dos outros para chegar a objectivo secundário.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Confissões #21
Quando estou triste, mesmo muito triste, revejo o Bambi.
Choro sempre, mas no fim sinto-me melhor.
É dos meus filmes favoritos.
domingo, 18 de novembro de 2012
Confissões #20
Há pessoas que se afirmam como especiais, a quem os outros tratam como sendo especiais e que para mim não passam da coisa mais comum do mundo, quase como uma construção em cima de clichés.
E depois há aquelas em que quase ninguém repara, que estão escondidas entre as multidões e que, por alguma razão, têm algo que me fascina. Só a mim e a mais ninguém. Para mim, essas são as pessoas especiais. As que o são sem querer.
domingo, 11 de novembro de 2012
Confissões #19
Não compreendo como é que às vezes sou tão cabra e outras vezes consigo ter um espírito tão altruísta, quase maternalista (não queria usar esta palavra, só porque me faz sentir demasiado adulta, não tenho idade!).
sábado, 10 de novembro de 2012
Confissões #18
Há coisas que me agradam, mas que ficam no segredo dos deuses.
O máximo que fiz foi dar a entender. Entre linhas. E sugestões.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Confissões #16
"Com um nariz tão grande e ainda por cima não funciona."
Foi o que me passou pela cabeça quando hoje, numa formação de técnicas orais, uma colega disse que não conseguia respirar pelo nariz por causa da sinusite.
Por muito maldoso que possa parecer o pensamento, não me pesa na consciência.
Talvez porque a pessoa em questão, se não má, é pelo menos desprezível.
E porque tem uma fisionomia que não difere muito disto.
Foi o que me passou pela cabeça quando hoje, numa formação de técnicas orais, uma colega disse que não conseguia respirar pelo nariz por causa da sinusite.
Por muito maldoso que possa parecer o pensamento, não me pesa na consciência.
Talvez porque a pessoa em questão, se não má, é pelo menos desprezível.
E porque tem uma fisionomia que não difere muito disto.
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