segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Vestígios de um pensamento #21


As minhas melhores ideias surgem sempre nas noites em que me custa a adormecer.
Quando a luz se apaga, parece que a criatividade se liga e não me deixa descansar.

Não há horas para a criatividade. E a minha só vem quando não era suposto.

Felizmente tenho boa memória!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Vestígios de um pensamento #20 / Nós #27

"O amor começa na família.
No gesto de amor com que somos gerados, com a dedicação com que somos educados, com o suor que custa sustentar-nos.

O amor, na sua primeira instância, é uma dedicação incondicional, um laço de sangue.

Os outros amores da vida não podem ser mais que o prolongamento do amor desejado pela família.
O amor, que me traz a vontade de te ter, de ser tua, não é mais que a dedicação a ti, que não precisa da união do sangue, mas que exige a união do corpo e da alma.

O meu amor faz-me ver-te como família.
Família com um laço de sangue.

Porque, se hoje sou filha, no dia em que eu tiver de vir a ser mãe, quero que sejas tu o pai.
E esse há-de ser o nosso laço."

P.S.: O "laço de sangue" pode não ser uma expressão literal. Quem se dedica é quem é pai, e esses às vezes, não são biológicos.

sábado, 13 de abril de 2013

Vestígios de um pensamento #18



Mais vale ter uma pessoa a gostar de mim pelo que sou do que vinte a gostar de mim pelo que finjo ser.

domingo, 24 de março de 2013

Vestígios de um pensamento #17

As pessoas são mais interessantes nalgumas fases da sua vida do que noutras. E os bloggers são pessoas, acho.

domingo, 3 de março de 2013

Vestígios de um pensamento #16

Tenho cá para mim que, quem ama o seu trabalho, o faz até ao fim da vida ou até ao fim da força, o que vier primeiro.

Os outros... os outros são os comuns mortais que não fazem do trabalho mais que uma obrigação e da reforma uma ambição.

O meu sonho é encaixar-me no primeiro grupo.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Vestígios de um pensamento #14

Os sonhos são sempre relativos. E nunca o que se espera deles.

Quando corro na direcção do que sempre ansiei, debato-me sempre com a dúvida do que quero e com um misto de desilusão e descontentamento. Sou o tipo de pessoa que quer sempre mais. Quero ser melhor, quero ser mais feliz, quero lutar por mais talento e com mais dedicação, por muito que quase me mate e esfole para alcançar os meus objectivos.

Os meus sonhos têm sempre de ser concretizados, é assim que eu sou. E sempre que os realizo, o que sinto é um trago amargo. Os sonhos realizados nunca são cor-de-rosa, nem têm gosto de algodão doce. Cheiram a incerteza.

Preciso de sonhos para viver. Sonhos por realizar. A esperança de que o final da linha seja gratificante.
Concretizar um sonho nunca me vai saber tão bem quanto o esperado. Vai trazer sempre uma sensação de fim, uma sensação de desamparo, a dúvida sobre o que fazer a seguir.

O meu caminho não têm de ser pautado por sonhos realizados. O que me faz feliz é a épica aventura antes de chegar ao destino. E eu, para ser feliz, tenho de ter sempre mais algo por que ansiar, pelo qual lutar. Seja amor, sucesso, dinheiro. Não importa. Não posso parar.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Vestígios de um pensamento #13


O Zazu é tão subestimado. A música é tão boa como a de quando o Timon e o Pumba servem de isco às hienas.

Volta infância!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

domingo, 9 de dezembro de 2012

Vestígios de um pensamento #11

Tenho uma consulta no médio no dia do fim do mundo.

Se o mundo não acaba, acaba a minha conta bancária.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Vestígios de um pensamento #10


"There's no need to be followed in order to feel safe."

Não é preciso ser-se seguido para se sentir seguro.
Veio assim, em inglês.

Ultimamente tenho seguido um caminho à parte.
Não faço o mesmo que quem me rodeia. Não saio quando os outros saem, não vou para onde os outros vão.

E não me incomoda. Não me importo de estar de fora.
Preciso de algo novo e tudo aqui sabe-me ao mesmo.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Vestígios de um pensamento #9

Pessoas, o tipo de pornografia que vos agrada deve ser uma informação a guardar para vocês mesmos.

Não preciso de a ver escarrapachada no news feed do meu Facebook.

Obrigada.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Vestígios de um pensamento #8.1

"Oh Sra. Doutora Judite de Sousa!"
Repetido à exaustão. Com uma ironia tal, que não soa a menos que desrespeito.

Fosse eu, já me tinha levantado e oferecido um par de estalos ao Sr. Doutor Coelhinho.
Já contei que não gosto nada de Srs. Doutores?

Vestígios de um pensamento #8

Tenho cá para mim que é sempre uma demagogia quando se acusa o outro de ser demagogo.
E a mais comum na nossa política, nos dias que correm.

É a acusação mais fácil de ser feita, não só porque desacredita a imagem do suposto demagogo, mas principalmente porque muita gente acha que os demagogos são muito maus, mas nem percebem bem o que é isso de se ser demagogo.

Então, o que é a demagogia?

Diz o Priberam:

demagogia 
(demagogo + -ia
s. f.
1. Preponderância do povo na forma do governo.
2. Abuso da democracia.
3. Dominação tirânica das facções populares.
4. Discurso ou acção que visa manipular as paixões e os sentimentos do eleitorado para conquista fácil de poder político.


Olhem ali na TVI um tirano a acusar o outro de também o ser!

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Vestígios de um pensamento #6

Conversa mental depois de voltar a observar o meu desktop lindinho:

"Será que aos 22 anos sou velha demais para aprender a tocar piano?"
"Não, estúpida. Assim, aos 50 estavas morta."

Depois percebo como às vezes sou simpática para mim mesma.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Vestígios de um pensamento #4

O que é uma pessoa traída que se mantém na relação?



Fraca por não mostrar respeito próprio e ficar com alguém que a desrespeitou?
Ou forte por continuar a lutar por quem quer?

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Vestígios de um pensamento #3

Qual é o interesse de anunciar como notícia de última hora que a Merkel já chegou a Portugal?
Já toda a gente sabia que ela vinha.

Última hora era ela não chegar cá porque o avião caiu ou porque simplesmente lhe apeteceu ficar por Espanha a comer uma paella.


Se fosse eu era definitivamente o que fazia. Comia a paella e deixava Portugal para depois.