quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Confissões #41
Desespero é não saber o que comer amanhã ao pequeno almoço por saber que todas as opções viáveis acabaram hoje. Voltem cereais!
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Problem Alert!
Isto não estava assim quando me fui embora!
Não é que eu tenha carradas de seguidores (longe disso até ahah!), mas antes do meu log out temporário eu conseguia ver no meu painel de controlo e no widget do blog quais e quantos seguidores tenho.
Agora no menu principal do blog, aparece-me a indicação de que tenho 24 seguidores, mas quando clico lá, não aparece nenhum. E se forem ali abaixo onde diz "Pessoas Sim!", se virem a coisa como eu, não vêm coisa nenhuma.
Já alguém teve este problema? Alguém sabe a solução?
Não é que eu tenha carradas de seguidores (longe disso até ahah!), mas antes do meu log out temporário eu conseguia ver no meu painel de controlo e no widget do blog quais e quantos seguidores tenho.
Agora no menu principal do blog, aparece-me a indicação de que tenho 24 seguidores, mas quando clico lá, não aparece nenhum. E se forem ali abaixo onde diz "Pessoas Sim!", se virem a coisa como eu, não vêm coisa nenhuma.
Já alguém teve este problema? Alguém sabe a solução?
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Onde andaste tu, Carolina?
Para isto ficar bem e bonitinho, eu devia fazer um post a relatar cada coisa que mudou na minha ausência. Ando a roer-me com isso e na minha cabeça só surge um "afinal como é que vais voltar a escrever o que vai na cabeça agora se nem sabes explicar o que mudou no tempo em que aqui não tocaste?".
Por isso o melhor, talvez seja fazer um mini-apontamento:
Por isso o melhor, talvez seja fazer um mini-apontamento:
- Ainda não arranjei trabalho nenhum na área em que me formei - o que não é de todo uma mudança, exceptuando o facto de que finalmente me apercebi de que ainda não sei bem para onde apontar as minhas energias. Aliás, sei duma coisa: quero ser paga pelo meu trabalho;
- Apesar disso estive a trabalhar um tempinho numa loja de centro comercial e não posso dizer que a experiência tenha tido um balanço positivo - é lixado quando se passa horas num sítio, se é pontual a muito custo, mas o ordenado não é tão pontual a vir quanto devia ser. Ainda estou a considerar se deva divulgar o nome da loja ou não (até porque de vez em quando lá se ouve falar dela aqui pela blogoesfera);
- Comecei [FINALMENTE!] a fazer qualquer coisa a sério pela minha saúde e pelo meu corpinho - inscrevi-me no ginásio, descobri que afinal nem odeio assim tanto fazer exercício, que posso controlar qualquer coisinha na minha alimentação sem andar sempre a contar calorias e a riscar alimentos da lista e que (ainda) odeio a balança, prefiro olhar-me ao espelho [a maldita acha que me engana, no primeiro mês ganhei um quilo, mas já se notavam alguns centímetros perdidos]. E já se vê!
- Consegui investir na máquina fotográfica com que sonhava há tanto tempo, pelo que de quando em vez lá ando eu feliz da vida a treinar o meu lado de criadora de imagens.
E como há coisas que parece que teimam em não mudar... o namorado continua do outro lado do mundo.
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Voltar a escrever aqui é como reconciliar-me comigo mesma.
É voltar a um sitio do qual gosto muito, mas que por algum motivo comecei a associar a uma obrigatoriedade. Na verdade, sempre escrevi por prazer e cheguei a um ponto em que actualizar este espaço sabia-me mais a obrigação do que a satisfação.
Mas tenho saudades. Há dias em que, irremediavelmente, tenho vontade de partilhar com os fantasmas da casa aquilo que se vai passando comigo.
Acho que estou finalmente preparada para o fazer. Mas, antes, vou fazer uns ajustes ao sitio.
É voltar a um sitio do qual gosto muito, mas que por algum motivo comecei a associar a uma obrigatoriedade. Na verdade, sempre escrevi por prazer e cheguei a um ponto em que actualizar este espaço sabia-me mais a obrigação do que a satisfação.
Mas tenho saudades. Há dias em que, irremediavelmente, tenho vontade de partilhar com os fantasmas da casa aquilo que se vai passando comigo.
Acho que estou finalmente preparada para o fazer. Mas, antes, vou fazer uns ajustes ao sitio.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Se calhar...
Voltei.
Devagarinho, muito devagarinho, que o tempo passa, a vida muda e os desejos matinais às vezes não passam disso.
Bom dia!
Devagarinho, muito devagarinho, que o tempo passa, a vida muda e os desejos matinais às vezes não passam disso.
Bom dia!
terça-feira, 2 de julho de 2013
Só para dizer que sim?
Confesso que nos últimos tempos não tenho tido muita vontade de chegar aqui e escrever.
O ânimo para partilhar este pouquinho de mim, dos meus sonhos e objectivos ou simplesmente do que me passa pela cabeça tem sido quase nulo. Vejo-me a entrar no painel e a fugir do botão que me traz a este espaço de escrita. Continuo a ler um bocadinho por aqui e por ali, mas neste momento sinto-me melhor no lugar de leitora e observadora, escondida no meu cantinho.
Sempre fui uma pessoa de luas, não fosse eu caranguejo nos três signos, e provavelmente estou agora numa fase de lua nova. Preciso de me renovar.
Por isso não sei se regresso aqui ou num outro espaço qualquer, se volto daqui a umas horas ou só daqui a uns meses. Mas o blog não o encerro.
Prefiro pensar que vou dormir uma sesta e talvez assumir o meu lado de Bela Adormecida e desaparecer por algum tempo. Ou então regresso já já!
Logo se vê.
Mas a todos os que por aqui passaram algum dia e, principalmente aos que foram regressando, quero deixar um beijinho, um abraço e um obrigado. Saltam-me os nomes à mente, mas prefiro guardá-los para mim.
O post foi agendado só para poder publicar primeiro um post que devia ao blog.
O ânimo para partilhar este pouquinho de mim, dos meus sonhos e objectivos ou simplesmente do que me passa pela cabeça tem sido quase nulo. Vejo-me a entrar no painel e a fugir do botão que me traz a este espaço de escrita. Continuo a ler um bocadinho por aqui e por ali, mas neste momento sinto-me melhor no lugar de leitora e observadora, escondida no meu cantinho.
Sempre fui uma pessoa de luas, não fosse eu caranguejo nos três signos, e provavelmente estou agora numa fase de lua nova. Preciso de me renovar.
Por isso não sei se regresso aqui ou num outro espaço qualquer, se volto daqui a umas horas ou só daqui a uns meses. Mas o blog não o encerro.
Prefiro pensar que vou dormir uma sesta e talvez assumir o meu lado de Bela Adormecida e desaparecer por algum tempo. Ou então regresso já já!
Logo se vê.
Mas a todos os que por aqui passaram algum dia e, principalmente aos que foram regressando, quero deixar um beijinho, um abraço e um obrigado. Saltam-me os nomes à mente, mas prefiro guardá-los para mim.
O post foi agendado só para poder publicar primeiro um post que devia ao blog.
The Facebook Experience #2
Em relação ao post anterior...
Publiquei-o no meu dia de anos.
Farta de me aperceber que nos últimos anos montes de pessoas ganharam o hábito de congratular as pessoas pelo Facebook e fazer quase que o ritual dos parabéns sem sequer olhar bem a quem estão a felicitar, decidi ocultar o meu aniversário na rede social e esperar pelo resultado.
Que foi o esperado, apesar de ter tido espaço para uma surpresa.
Houve pessoas, que já souberam o meu dia de anos, que não me disseram nada.
Houve pessoas que, como eu esperava, me deram os parabéns por outros meios.
E houve pessoas que eu sabia que não tinham outra maneira de saber da data.
No mural, tive dois desejos de feliz aniversário, contra as centenas do ano passado.
Um da minha prima e, surpresa das surpresas, um de um colega de turma com quem não falo há uns quatro ou cinco anos. E uma mensagem pessoal de alguém que já tinha tido conhecimento da data, mas que eu não esperava que se lembrasse.
Houve pessoas que eu tinha esperança que me dissessem algo e ficaram no vazio.
Porquê a experiência?
Porque cada vez morro menos de amores pela forma como o Facebook se integrou na vida das pessoas e, principalmente, pela forma como as pessoas passaram a viver um pouco mais através dele e um pouco menos fisicamente. Mais que tirar o prazer das coisas, mais que alimentar as relações, parece-me que agora as pessoas querem mostrar que os têm. E muitas vezes deixam de as viver para as exibir.
Publiquei-o no meu dia de anos.
Farta de me aperceber que nos últimos anos montes de pessoas ganharam o hábito de congratular as pessoas pelo Facebook e fazer quase que o ritual dos parabéns sem sequer olhar bem a quem estão a felicitar, decidi ocultar o meu aniversário na rede social e esperar pelo resultado.
Que foi o esperado, apesar de ter tido espaço para uma surpresa.
Houve pessoas, que já souberam o meu dia de anos, que não me disseram nada.
Houve pessoas que, como eu esperava, me deram os parabéns por outros meios.
E houve pessoas que eu sabia que não tinham outra maneira de saber da data.
No mural, tive dois desejos de feliz aniversário, contra as centenas do ano passado.
Um da minha prima e, surpresa das surpresas, um de um colega de turma com quem não falo há uns quatro ou cinco anos. E uma mensagem pessoal de alguém que já tinha tido conhecimento da data, mas que eu não esperava que se lembrasse.
Houve pessoas que eu tinha esperança que me dissessem algo e ficaram no vazio.
Porquê a experiência?
Porque cada vez morro menos de amores pela forma como o Facebook se integrou na vida das pessoas e, principalmente, pela forma como as pessoas passaram a viver um pouco mais através dele e um pouco menos fisicamente. Mais que tirar o prazer das coisas, mais que alimentar as relações, parece-me que agora as pessoas querem mostrar que os têm. E muitas vezes deixam de as viver para as exibir.
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