domingo, 14 de abril de 2013

Ahah!

Aquele momento em que ouves Luísa Sobral, olhas para a tv e vês a rapariga a tropeçar e quase quase a espalhar-se.

Nós #25


Pouco depois de nos conhecermos, ele disse-me que tinha sempre azar, que nunca nada lhe corria bem.
E eu disse-lhe que a minha sorte havia de ser maior que o azar dele.

E continuo a querer acreditar nisso, mas voltámos a sofrer uma rasteira.
Era suposto quebrarmos a distância por estes dias e finalmente começar a trabalhar para o futuro que planeamos.

Mas a mãe dele teve um problema de saúde. Grave.
E nenhum homem que se preze, deixava a própria mãe assim, sozinha, no estrangeiro.

E novamente voltámos à estaca zero. Sem certezas, sem nada, só com o amor.

Isto já aconteceu há uns bons dias, mas ainda não tinha tido coragem de escrever acerca do assunto.
Ainda não tinha tido a coragem de confessar a mim mesma, quanto mais aos outros, de que não estou bem com isto.
De que me sinto sem chão.
De que vou ter de encontrar mais força para suportar mais tempo sem saber onde ela está.

sábado, 13 de abril de 2013

Olha o Braga!

Parece que cheguei a casa a tempo de ver os dois últimos minutos do jogo e surpreender-me com o resultado.

Boa! Agora divirtam-se a festejar, adeptos do Braga!

P.S.: E sim, aqui o sol também brilhou. E aqueceu!

Vestígios de um pensamento #18



Mais vale ter uma pessoa a gostar de mim pelo que sou do que vinte a gostar de mim pelo que finjo ser.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Recordar o momento


Há cerca de um ano, a minha máquina fotográfica estragou-se.
Eu, que andava há tempos a sonhar com uma DSLR, achei que fosse a oportunidade perfeita para convencer os meus pais a dar-me uma, até porque na altura estava a ter a cadeira de fotografia e precisava mesmo de uma máquina fotográfica para acabar os trabalhos para a avaliação.

Mas não.
Eu sonhava e desesperava por cada vez que encarava a máquina que eu queria, mas nunca a tive.
Em vez disso, o meu pai obrigou a minha irmã a emprestar-me a máquina dela, para acabar os trabalhos obrigatórios.

Até agora, a minha compacta não teve substituição. Nem a substituição que eu queria, nem qualquer outra.

Isto a propósito do quê?
Da vontade que me tem dado de fotografar ultimamente.
Principalmente as guloseimas que me tem dado para fazer na cozinha.

Gostava mesmo de ser exibicionista, mas nem isso posso ser.
Resta-me referir aqui que fiz um gelado de morango com mesmo bom aspecto e o meu jantar foi uma saladinha com umas cores mesmo bonitas.

P.S.: Custa-me ainda mais pensar nisto sabendo que, ter uma máquina em minha posse, pode ser uma grande ajuda para o momento em que acabar o curso e me vir obrigada a procurar, e a desesperar também, por um emprego pago na minha área. Ou melhor, uns trocos como freelancer.

Estranhos Episódios #4

Não que a imagem tenha muito a ver com o assunto, mas... Hey! É o Facebook!
Eu tenho um primo que não vejo há 21 mil séculos.
A última vez que o vi, ele devia ter uns cinco, seis anos.

Agora?
Agora chegou o momento em que no Facebook declara estar numa relação com a nem-sei-quantas.
E o momento em que vou ver a timeline da nem-sei-quantas que nem imagem de perfil tem e cuja imagem de capa é uma fotografia do meu primo e percebo que aquela conta de Facebook foi criada há 16 minutos atrás.

Ai adolescência, não tenho saudades nenhumas de ti! Ou pelo menos das tuas crises!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

The day - The good and the bad


A manhã veio com uma chuva intensa.
Era para ser de estudo ou de aula, mas acabei por não resistir ao apelo dos lençóis.

Levantei-me com o sol, com o entardecer que trouxe um dia mais agradável.
E fui para a frequência, que correu bastante melhor que o que eu esperava.

Cheguei a casa a pedir descanso mental. Mas não posso ceder à vontade.
Fiz um batido de morango e acompanhei com uma tosta mista.

Agora?
Agora é tempo de estudar que amanhã às nove tenho nova frequência.