Adoro a Jennifer Lawrence, tanto pelo papel no Silver Linnings como pelo facto de não a conseguir dissociar da Katniss Everdeen no The Hunger Games.
Mas o prémio foi injusto.
Eu torcia pela Quvenzhané Willis, a menina de Beasts of The Southern Wild que, para mim, fez um papelão. Torcia por ela apesar de ser mais que improvável ela ganhar. Quase tanto quanto darem a hipótese ao Tarantino de ser o melhor realizador (e o homem merecia a nomeação pelo menos, chega de ódios Srs. da Academia!).
Mas parece-me que, mesmo assim, havia mais justiça se o galardão tivesse sido entregue à Emmanuelle Riva, a senhora do filme Amour.
Sendo que, por acaso, destes três filmes só não vi o Amour. E está na lista, logo depois do Argo.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Oscars 2013 - O resumo numa frase
A cara de enjoada que a Kirsten Stewart faz sempre.
VS.
As 50 expressões de Jennifer Lawrence.
VS.
As 50 expressões de Jennifer Lawrence.
I got a feeling!
Fui buscar o Argo para ver hoje à tarde.
Não consegui vê-lo à conta do senhor querido e amado namorado.
E agora ganhou o Óscar de melhor filme.
Se eu não estava a adivinhar, não sei o que é que estava a fazer.
Não consegui vê-lo à conta do senhor querido e amado namorado.
E agora ganhou o Óscar de melhor filme.
Se eu não estava a adivinhar, não sei o que é que estava a fazer.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
A Maya no formigueiro
Aplausos de entrada.
- Obrigada, obrigada, obrigada! (Repetidos até ao infinito)
Atitude: Sou uma estrela.
Triste minha senhora, triste. Não percebeste que estás num programa de segunda categoria que só serve para tapar o buraco dum horário fraco?
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Até as coisas boas se esquecem
Já não sei há quanto tempo não lia como deve ser.
Aliás, já não sei há quanto tempo me dedicava a algo que me apaixone sem que surgisse o peso na consciência por estar a gastar tempo em que era suposto estar a fazer outra coisa qualquer.
Mas no início de Janeiro tentei recomeçar.
Andava à procura de um livro em inglês, para treinar a língua.
Acabei por me decidir pela trilogia do The Hunger Games.
Li o primeiro livro e gostei. Mais que do filme.
E na Terça-Feira comecei a ler o segundo livro. Na quarta acabei-o e fui à procura do último. E li-o de seguida.
Já não me lembrava de me apaixonar por uma história. De me afeiçoar aos personagens, de sentir o que acontece, de me orgulhar e de me desiludir com eles. Já não me lembrava de rir e chorar à medida que as palavras se desenrolam.
E de fechar o livro e ficar com uma sensação de vazio. Querer mais.
E ficar com a mesma a sensação horas depois do fim.
Não, eu já não me lembrava da paixão que tinha pela leitura. Nem do instinto que me fazia devorar livros quando era pequena. Nem do bichinho que depois evoluiu e me fez ganhar um fascínio irresistível pela escrita.
Já me tinha esquecido. Mas as paixões são todas iguais. Esquecem-se, mas não se apagam. E ressurgem quando nos confrontamos com elas.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Mil novecentos e noventa em nove
Foi o ano em que fiz nove anos e é um ano que, à primeira vista, não me traz grandes memórias.
Foi também o ano em que estreou o filme que me acompanhou esta noite.
Jaime.
Um filme português, daqueles que vai mais além da linguagem crua e que conta uma história crua também. Mas que merece ser contada. Nunca o tinha visto e surpreendeu-me pela positiva.
Foi também o ano em que estreou o filme que me acompanhou esta noite.
Jaime.
Um filme português, daqueles que vai mais além da linguagem crua e que conta uma história crua também. Mas que merece ser contada. Nunca o tinha visto e surpreendeu-me pela positiva.
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