quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Contem-me histórias...

Eu sei que isto já é assunto de há dois dias, mas o que não mata engorda!

A historieta dos cinemas Castello Lopes nos centros comerciais da Sonae tem muito que se lhe diga.

Long story told short: O titio Belmiro precisa de ser amigo da Zon, por isso daqui a umas semanas reabrem as salas todas como Zon-Lusomundo. Quase que aposto.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Cenas acerca de um blog moribundo. Ou em coma. #1

O tempo é uma coisa estranha que anda sempre às cavalitas da vida.
E a vida é uma coisa chata que ora não te dá nada para fazer, ora te sobrecarrega com tanto que já nem te consegues organizar como deve ser.

A verdade é que já me vieram à cabeça vinte e uma mil ideias sobre temas que talvez valham a pena abordar aqui. Mas também é verdade que amanhã tenho exame e não encontro concentração em lado nenhum.

E já  que ninguém pára por aqui, porque eu me tenho limitado ao lado de leitora e deixado o lado de comentadora para trás, posso aproveitar e escrever todos os disparates que me vierem à ideia.

Talvez este seja o primeiro dia da ressuscitação desta coisa.

[E não fosse o corrector eu escrevia mal ressuscitação. A culpa é do meu ateísmo. Sou extremamente ignorante no que toca a assuntos bíblicos.]

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Vestígios de um pensamento #14

Os sonhos são sempre relativos. E nunca o que se espera deles.

Quando corro na direcção do que sempre ansiei, debato-me sempre com a dúvida do que quero e com um misto de desilusão e descontentamento. Sou o tipo de pessoa que quer sempre mais. Quero ser melhor, quero ser mais feliz, quero lutar por mais talento e com mais dedicação, por muito que quase me mate e esfole para alcançar os meus objectivos.

Os meus sonhos têm sempre de ser concretizados, é assim que eu sou. E sempre que os realizo, o que sinto é um trago amargo. Os sonhos realizados nunca são cor-de-rosa, nem têm gosto de algodão doce. Cheiram a incerteza.

Preciso de sonhos para viver. Sonhos por realizar. A esperança de que o final da linha seja gratificante.
Concretizar um sonho nunca me vai saber tão bem quanto o esperado. Vai trazer sempre uma sensação de fim, uma sensação de desamparo, a dúvida sobre o que fazer a seguir.

O meu caminho não têm de ser pautado por sonhos realizados. O que me faz feliz é a épica aventura antes de chegar ao destino. E eu, para ser feliz, tenho de ter sempre mais algo por que ansiar, pelo qual lutar. Seja amor, sucesso, dinheiro. Não importa. Não posso parar.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Só para o caso

Ainda não recebi o meu postal do PPC.

Não sei se a pessoa que o devia ter enviado enviou e ele extraviou-se ou se tive azar com a coisa e o meu suposto amigo secreto esqueceu-se de mim.

E também ainda não sei se o postal que enviei chegou ao destino!

De qualquer modo... Amigo secreto, se aí estiveres diz qualquer coisa!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Confissões #26

Eu sou o tipo de pessoa que bebe Coca-Cola à refeição quando no fim tem de tomar anti-inflamatórios. E que adia a hora dos medicamentos, porque só se lembra no fim que os dois não se devem misturar.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Nós #21 ou votos de um Bom Natal

Por esta altura, há um ano atrás, eu estava praticamente convencida de que aquele era o último Natal que passávamos afastados. Tinha a certeza que as coisas iam correr bem, que ele ia acabar o curso dele, juntar o suficiente para pagar o bilhete de regresso a casa e vencer a batalha da distância.

A verdade é que se passou um ano e isso não aconteceu.
Ele lá está, no quente do Verão e eu aqui estou, longe dele. A data de termino do curso foi adiada duas vezes, mas no fim ele lá conseguiu. É licenciado em Engenharia Mecânica. O dinheiro que ele tinha conseguido poupar para vir teve de ser gasto, a partir do momento em que teve de desistir de trabalhar para ocupar os dias num estágio não remunerado que tinha de acabar para ter nota à última cadeira do curso.
Passaram-se meses sem encontrar trabalho, dentro ou fora da área. Até que veio Novembro e assinou um contracto de 3 meses numa fábrica em que não sobra tempo para algo mais que comer, trabalhar e dormir.

Agora tem duas semanas de descanso, porque é Natal. E toda a gente merece ter o Natal, mesmo que haja imensas profissões em que não se pode parar lá porque há comemorações na noite de 24 de Dezembro e depois durante o dia 25.

Ele está em casa e sei que ao fim da noite me vai telefonar para me deixar um beijinho de bom Natal e ficar um bocado comigo. Mas mesmo assim o Natal sabe-me a vazio. É o meu feriado preferido por poder ter aqueles de quem gosto por perto. E por isso mesmo, este vai ser o terceiro Natal que para mim não vai deixar ser incompleto.

Mas continuo a acreditar com todas as minhas forças que sim, que este é que vai ser o último.

De qualquer modo, tenho a minha família comigo e fico contente por isso. Posso não os ter a todos, mas os mais importantes estão aqui comigo. E espero que, sentindo ou não a falta de alguém junto a vocês nesta noite, tenham um Feliz Natal. Acima de tudo.

Vestígios de um pensamento #13


O Zazu é tão subestimado. A música é tão boa como a de quando o Timon e o Pumba servem de isco às hienas.

Volta infância!