E agora pergunto... Alguém conhece alguma timelapse assim deste género da minha Lisboa natal?
sábado, 8 de dezembro de 2012
Timelapse Covilhã
Há cerca de uma ou duas semanas vi esta timelapse da minha cidade de estudante. E está brutal!
E agora pergunto... Alguém conhece alguma timelapse assim deste género da minha Lisboa natal?
E agora pergunto... Alguém conhece alguma timelapse assim deste género da minha Lisboa natal?
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Tácticas de combate contra as otites
Passo a vida com dores de ouvido. Há quem passe a vida constipado, as otites são as minhas constipações.
É mais fácil vir a bela da otite do que um nariz ranhoso.
Adiante.
Quando a coisa não me deixa dormir, o único remédio que tenho é distrair-me e tentar abstrair-me da dor.
E os meus remédios foram:
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| Shutter Island |
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| Slumdog Millionaire |
E por agora, na companhia de um Brufen 600, vai este.
Vestígios de um pensamento #10
"There's no need to be followed in order to feel safe."
Não é preciso ser-se seguido para se sentir seguro.
Veio assim, em inglês.
Ultimamente tenho seguido um caminho à parte.
Não faço o mesmo que quem me rodeia. Não saio quando os outros saem, não vou para onde os outros vão.
E não me incomoda. Não me importo de estar de fora.
Preciso de algo novo e tudo aqui sabe-me ao mesmo.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Em branco
Há dias em que escrevo e apago.
Escrevo na tentativa de me libertar e apago num movimento de fuga.
Não me posso reler. Não posso parar para pensar ou para verificar se por acaso cometi um erro.
Não posso porque isso implica confrontar-me com os meus pensamentos. Porque implica vê-los materializados sobre a forma das palavras. Porque implica repensar o que se distorce quando se pensa duas vezes.
Não sou de pensar duas vezes. Sou de impulsos. Sou de respirar fundo, fechar os olhos e mergulhar.
Por isso não gosto de pensar, não gosto de reflectir e nem sequer gosto deste impulso que me percorre o corpo e me obriga a escrever o que vem à tona na minha alma.
Não gosto de relembrar quando alguém me perguntou se eu estava neste mundo e depois se referiu ao meu mundo como o "Mundo de Carolina". Não gosto de constatar que o meu mundo me sabe a agridoce e que nenhum sorriso vem sem implicar mágoa ou sacrifício.
Não gosto de me lembrar que estou prestes a concretizar um dos meus sonhos mais antigos para voltar a cair no limbo de quem não sabe para onde quer ir a seguir.
Não me quero lembrar que tenho o maior amor do mundo nas minhas mãos. Mesmo que seja só do meu. Não me quero lembrar do que enfrentámos, do que sofremos, do que passámos. Da espera, do coração apertado, do nó na garganta.
Não quero pensar, nem quero reflectir, porque é quando sou mais feliz.
Porque, naturalmente, o que vive em mim é a força dos sonhos, é o sorriso de quem não está comigo, é o mundo que só é meu quando me consigo abstrair de tudo o que precisei de fazer para o ter e de todos os ataques que ele já sofreu.
Prefiro sentir e reagir no momento.
Soltar uma gargalhada ou deixar cair uma lágrima são gestos que me libertam.
A reflexão amarra-me os pulsos, amordaça-me e obriga-me a ver o que não queria ver mais que uma vez.
Confissões #24
Não acredito em Deus.
Mas acredito no destino. Não no sentido determinista de as minhas escolhas estarem feitas mesmo antes de as fazer, mas sim de não poder controlar as consequências do que faço.
Ninguém decide com quem se cruza, o que acontece ao virar da esquina, as oportunidades que se tem e as que queria ter, mas nunca hão-de surgir.
Para mim, isso é o destino. Não me controla, mas é a força que controla o que acontece à minha volta e eu não posso controlar.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Benfica, Benfica...
Tanta oportunidade e ainda nada. Depois têm um azar e bye bye.
Esperemos que não.
Esperemos que não.
Dêem-me um tiro, já!
Eu sei que é quase crime meter uma música destas só às sete e meia da tarde.
Mas não consegui aqui vir mais cedo.
Mas não consegui aqui vir mais cedo.
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