quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Confissões #12

Nunca me mascarei no 31 de Outubro.
Nunca pensei em ir para a rua pedir doces ou fazer macacadas, tanto que na minha cabecinha a única expressão que faz sentido é "trick or treat". Nada de doçuras e travessuras. É uma celebração americana.
E confesso que me fez confusão quando na escola da piolha começaram a comemorar o dia (para grande felicidade dela, que se pudesse andava mascarada todos os dias). Embora ache um bom dia para ir buscar uns desenhos animados do Tim Burton.

Também nunca fui grande fã do Carnaval. Não sou moça de disfarces, está visto.

Mas o pior (e talvez a única coisa que lamente na minha educação religion free) foi nunca ter pedido Pão-Por-Deus.
Só por volta dos meus 13, 14 anos, em que já me achava grande demais para essas coisas, é que percebi porque é que as velhotas me davam sempre doces no Primeiro de Novembro, sem eu pedir coisa nenhuma.

Para mim, o dia 1 de Novembro era só o dia dos mortos. Que por acaso é outra coisa que abomino. É suposto lembrar-mo-nos sempre... e não uma vez por ano. Todos-os-Santos para os mortos e Natal para o vivos.

The chocolate effect


Quando vou às compras tenho de trazer sempre um chocolate comigo. Ou coisas de chocolate.

Além da gulosice óbvia, para mim, sair do estabelecimento de compras é algo reconfortante.
Quando não tenho nada de chocolate para comer, caso me apeteça, é extremamente enervante.

Ele até pode lá ficar durante dias, ou semanas. Mas tem de estar lá. Só para o caso de me dar uma neura ou uma branca ou simplesmente ter uma vontade irresistível de o comer.

O chocolate é o meu anti-depressivo. Ou calmante. Ou aniquilador de TPM. Ou como lhe queiram chamar.

Ainda bem que eu não sou nada depressiva. E, na maioria dos dias, bastante calma também.
À excepção daquela semana, que nem com a pílula foi chatear para outras bandas.

Thriller

Porque tem tudo a ver com o Halloween.

Bom dia (muahahah) !

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Alguém me arranja um dia de 48 horas?

E é tudo.

Entre programas de rádio (e o podcast do primeiro programa já está disponível aqui), novas ideias, trabalhos académicos, tarefas básicas e necessárias, pouco tempo me sobra.

Entretanto, fica a página de Facebook da RSN - Rádio Sem Nome.
O segundo programa passou hoje pelas 15 horas, mas repete amanhã às 11 da manhã.

E durante esta semana, pelas 13 horas, vou estar a apresentar o RUBI Informação, também na RUBI.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Quase 10 da noite...

E ainda na Universidade.



A coisa está grave. Tanto que vem pizza para cá. E viva a vida de estudante!

É isto que se passa em New York


Um tornado.

Reflexões de um corpo fora das medidas habituais

Não tenho a febre da moda.
Não passo a vida a correr atrás da última tendência, nem tenho por hábito andar à procura de novas ideias e novos estilos.


Para ser sincera, o pouco contacto que tenho com o tema é através da blogosfera, já que é tema recorrente.

E como tal não tenho por hábito andar sempre a correr das novidades nas lojas, a pensar no que comprar para  conjugar com o que tenho, a reflectir no que me faz falta.

Mas eu gosto de fazer compras. Na medida em que me é possível gostar.

A verdade é que, por vezes, me é difícil comprar nas lojas recorrentes, nas lojas habituais.
Não porque eu não queira, não porque eu não goste do que vejo, não porque não está no meu estilo. 

Simplesmente porque não serve. Porque quando gosto lá vou eu à procura do tamanho maior (e embora um pouco acima do peso, eu não sou de todo uma bola ambulante), lá vou eu experimentar e, na maioria das vezes, lá vou eu ficar decepcionada e ligeiramente em baixo porque não cabe.

Mais, custa-me constatar que, habitualmente, as lojas em que tal acontece pertencem todas ao mesmo grupo. E que até a minha irmã, que está perfeitamente dentro do peso e é simplesmente uma pessoa com curvas, por vezes, também se depara com este problema.

Acredito mesmo que há uma indústria que trabalha em prol da homogeneização das silhuetas socialmente aceites. E isso entristece-me. Porque loja nenhuma tem o direito de fazer alguém sentir-se recorrentemente mal por não encontrar o número acima. Ou abaixo.