segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Sol de Outono

Acordei com a luz do sol a espreitar pelas frestas dos estores, entreabertos.



Vesti-me, fui para a rua, senti o ar frio da manhã.
Gosto das mudanças de estação. Mais que os aniversários e a passagem de ano, sinto-me crescer com o tempo a mudar.

Today, "I Feel Good". Boa semana!

domingo, 28 de outubro de 2012

Confissões #11

Talvez eu seja só pobre e mal agradecida, mas não acredito muito em retribuir comentários.
Não acho que deva comentar num certo blog apenas porque o autor veio comentar no meu.

Habitualmente, costumo visitar os blogs dos meus comentadores e, quando surge alguém novo, vou lá espreitar o cantinho deles. Não é por mal, mas só fico nos que me agradam. E só comento em blogs que tenham um mínimo de interesse para mim.

A minha boa educação cinge-se ao visitar quem me visitou. O resto só devia vir por acréscimo.

Oh céus!

A Adele anda a correr dum lado para o outro com a minha pantufa na boca, a ver se alguém se digna a brincar com ela.

Para quem não se lembra dela, é este bichinho aqui.

Porque é que as nuvens ficam cinzentas?



Sexta-Feira, durante dois terços da viagem para Lisboa, não vi céu. Só vi nuvens.

Algumas mais claras, outras mais escuras, mas o horizonte repleto de nuvens. Havia sítios onde dava para perceber ao longe que chovia.

E às tantas, fiquei a matutar sobre as nuvens. Porque é que as nuvens de chuva são escuras.
E, mal cheguei a casa, foi a primeira coisa que fui ver. 

É tão simples quanto isto:
As nuvens de chuva são mais densas, acumulam maior quantidade de água ou gelo. E por isso, absorvem a luz do sol em vez de a reflectir. Quanto mais luz absorvem, mais escuras são, mais densas são.
É por isso que as nuvens de chuva são escuras.

E, se é uma resposta simples, eu não tinha a noção do fenómeno.
Hoje é dia de partilhar e esperar que o céu esteja mais limpo na viagem de regresso.

sábado, 27 de outubro de 2012

Nós #6


Estou à espera que a hora mude.

Pode cheirar a Inverno, podem ser dias mais escuros, pode ser o presságio do frio, do stress, dos dias tão curtos que sabem a desperdício de horas.

Mas hoje, vamos ficar uma hora mais perto. E isso pesa mais do que qualquer outro factor.

Sou feliz com esta mudança. Talvez seja a única, mas não importa.

Só me podiam doer os pés...

Depois de sete horas às compras. E a carteira ainda dói mais.



O que me consola é saber que estas compras eram mesmo necessárias e que há meses, há mais de um ano talvez, que eu não me dava ao luxo de gastar tanto num dia só.

E mesmo assim não consegui colmatar as falhas todas do meu guarda fatos.

Agora... agora vou só ali descalçar as botas e ajudar a piolha que decidiu que havia de fazer hoje o jantar.

Bifinhos de frango crocantes, diz ela. Se ficar bom, venho cá deixar a receita.
E dar a minha voltinha pela blogosfera, que começo a sentir-me desleixada.

Como eu gostava...

Que os Toranja tivessem seguido a linha do Cenário de hoje ao invés da onda da Carta.

Esta foi a música que me apresentou ao grupo, uns meses antes do estrondo que fizeram quando saiu o single da Carta. Depois disso, foram sempre por aquele estilo.

Infelizmente deixaram para trás o que me cativou neles. O ritmo em conjunto com a letra tinha o poder de fazer incendiar sentimentos. Era o tipo de música que me fazia levantar o rabo do sofá e seguir com a minha vida em frente.

As outras... por muito boas que fossem no que toca à lírica, para mim nunca passaram de cartas de amor com melodia. Se é algo bonito, é. Mas a minhas cartas de amor, prefiro escreve-las eu.

Bom dia!