sábado, 29 de setembro de 2012

Cá para mim...

As pessoas têm todas uma maldade inerente.



Já as boas acções são só para disfarçar, que isto de nos regozijarmos com o mal dos outros é tabu. Ou pecado, como lhe chamam.

Tenho cá para mim que um pouco de malícia não faz mal a ninguém.
Matar e roubar e coisas que prefiro não referir é que já são piores.

Estado de espirito


Bom fim de semana.

As saudades que eu já tinha!



De aqui a ter assim comigo.

Pequenos pormenores

Não acredito em amor sem amizade.

Não acredito que se possa amar alguém sem antes disso ser-se amigo desse alguém. Sem conhecer os hábitos e os gostos, sem ter ideia dos valores e dos traços de personalidade, sem ter uma história por trás.

Pode existir qualquer coisa à primeira vista. Paixão, desejo. Mas não amor.



Porque o amor não são só noites ardentes, beijos trocados e a sensação de que o tempo pára.

O amor implica uma troca e uma partilha.
De risos e brincadeiras, de sonhos e objectivos, de lágrimas e desilusões, de experiências e segredos.
Implica cedências de boa vontade, por muito difíceis que possam parecer.

O amor pressupõe cumplicidade, entrega, confiança. E isso não existe sem amizade.

Nem em muitos casais que dizem que se amam.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Que nervos!

Este tipo de coisas enerva-me.

Além de passar a vida a ver este tipo de mensagens parvas a correr no Facebook, ainda as passam com graves erros gramaticais, tão habituais quanto os estúpidos dizeres que se espalham que nem um vírus.

Passo a explicar:

Perdes-te: Segunda pessoa do singular do presente do indicativo do verbo perder + pronome pessoal "te"; não te encontras, deixas de saber onde estás.

Perdeste: Segunda pessoa do singular do pretérito perfeito do verbo perder; deixaste de ter algo que tinhas antes.

Pronto, é isto. Não percebo a dificuldade.
Lembro-me de me ensinarem isto no 5º ou 6º ano do básico, o que me parece que já era ensino obrigatório na altura em que os transmissores destas mensagens estudaram.

P.S.: Além disso, no meu tempo os nomes próprios escreviam-se com letra maiúscula. E se com o novo acordo ortográfico o meu nome ainda é Carolina, provavelmente a Barbie não virou barbie.



Das teorias do sono



Há uns tempos numa conversa de amigos surgiu a teoria (digo isto porque até pode ser comprovado, mas o meu cepticismo ensinou-me a não aceitar comentários como comprovativo) de que descansamos em períodos de quatro horas.

Ou seja, sentimo-nos mais cansados se dormirmos cinco horas do que se dormirmos quatro, tudo porque interrompemos um ciclo de sono.

Por vezes tenho a sensação que tenho mais sono quando durmo seis horas do que quando só durmo quatro, daí ter ficado com a conversa na memória.

Ora bem, hoje dormi duas horas e senti-me a morrer de cansaço todo o dia.
Até que dormi mais uma hora na viagem para Lisboa e senti-me mesmo muito melhor.

Afinal como é que é?