"Being as in love with you as I am."
domingo, 30 de setembro de 2012
sábado, 29 de setembro de 2012
Cá para mim...
As pessoas têm todas uma maldade inerente.
Já as boas acções são só para disfarçar, que isto de nos regozijarmos com o mal dos outros é tabu. Ou pecado, como lhe chamam.
Tenho cá para mim que um pouco de malícia não faz mal a ninguém.
Matar e roubar e coisas que prefiro não referir é que já são piores.
Já as boas acções são só para disfarçar, que isto de nos regozijarmos com o mal dos outros é tabu. Ou pecado, como lhe chamam.
Tenho cá para mim que um pouco de malícia não faz mal a ninguém.
Matar e roubar e coisas que prefiro não referir é que já são piores.
Pequenos pormenores
Não acredito em amor sem amizade.
Não acredito que se possa amar alguém sem antes disso ser-se amigo desse alguém. Sem conhecer os hábitos e os gostos, sem ter ideia dos valores e dos traços de personalidade, sem ter uma história por trás.
Pode existir qualquer coisa à primeira vista. Paixão, desejo. Mas não amor.
Porque o amor não são só noites ardentes, beijos trocados e a sensação de que o tempo pára.
O amor implica uma troca e uma partilha.
De risos e brincadeiras, de sonhos e objectivos, de lágrimas e desilusões, de experiências e segredos.
Implica cedências de boa vontade, por muito difíceis que possam parecer.
O amor pressupõe cumplicidade, entrega, confiança. E isso não existe sem amizade.
Nem em muitos casais que dizem que se amam.
Não acredito que se possa amar alguém sem antes disso ser-se amigo desse alguém. Sem conhecer os hábitos e os gostos, sem ter ideia dos valores e dos traços de personalidade, sem ter uma história por trás.
Pode existir qualquer coisa à primeira vista. Paixão, desejo. Mas não amor.
Porque o amor não são só noites ardentes, beijos trocados e a sensação de que o tempo pára.
O amor implica uma troca e uma partilha.
De risos e brincadeiras, de sonhos e objectivos, de lágrimas e desilusões, de experiências e segredos.
Implica cedências de boa vontade, por muito difíceis que possam parecer.
O amor pressupõe cumplicidade, entrega, confiança. E isso não existe sem amizade.
Nem em muitos casais que dizem que se amam.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Que nervos!
Este tipo de coisas enerva-me.
Além de passar a vida a ver este tipo de mensagens parvas a correr no Facebook, ainda as passam com graves erros gramaticais, tão habituais quanto os estúpidos dizeres que se espalham que nem um vírus.
Passo a explicar:
Perdes-te: Segunda pessoa do singular do presente do indicativo do verbo perder + pronome pessoal "te"; não te encontras, deixas de saber onde estás.
Perdeste: Segunda pessoa do singular do pretérito perfeito do verbo perder; deixaste de ter algo que tinhas antes.
Pronto, é isto. Não percebo a dificuldade.
Lembro-me de me ensinarem isto no 5º ou 6º ano do básico, o que me parece que já era ensino obrigatório na altura em que os transmissores destas mensagens estudaram.
P.S.: Além disso, no meu tempo os nomes próprios escreviam-se com letra maiúscula. E se com o novo acordo ortográfico o meu nome ainda é Carolina, provavelmente a Barbie não virou barbie.
Além de passar a vida a ver este tipo de mensagens parvas a correr no Facebook, ainda as passam com graves erros gramaticais, tão habituais quanto os estúpidos dizeres que se espalham que nem um vírus.
Passo a explicar:
Perdes-te: Segunda pessoa do singular do presente do indicativo do verbo perder + pronome pessoal "te"; não te encontras, deixas de saber onde estás.
Perdeste: Segunda pessoa do singular do pretérito perfeito do verbo perder; deixaste de ter algo que tinhas antes.
Pronto, é isto. Não percebo a dificuldade.
Lembro-me de me ensinarem isto no 5º ou 6º ano do básico, o que me parece que já era ensino obrigatório na altura em que os transmissores destas mensagens estudaram.
P.S.: Além disso, no meu tempo os nomes próprios escreviam-se com letra maiúscula. E se com o novo acordo ortográfico o meu nome ainda é Carolina, provavelmente a Barbie não virou barbie.
Das teorias do sono
Há uns tempos numa conversa de amigos surgiu a teoria (digo isto porque até pode ser comprovado, mas o meu cepticismo ensinou-me a não aceitar comentários como comprovativo) de que descansamos em períodos de quatro horas.
Ou seja, sentimo-nos mais cansados se dormirmos cinco horas do que se dormirmos quatro, tudo porque interrompemos um ciclo de sono.
Por vezes tenho a sensação que tenho mais sono quando durmo seis horas do que quando só durmo quatro, daí ter ficado com a conversa na memória.
Ora bem, hoje dormi duas horas e senti-me a morrer de cansaço todo o dia.
Até que dormi mais uma hora na viagem para Lisboa e senti-me mesmo muito melhor.
Afinal como é que é?
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